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:: ILHA QUEIMADA GRANDE ::

Operadora Credenciada

A Queimada Grande é uma ilha localizada a 37 milhas náuticas da cidade de Santos seguindo curso 230 graus.

O nome estranho desta ilha deve-se ao fato de, no passado, cientistas que por aqui passaram, após estudarem sua fauna e flora e fazerem seus relatos, atearam fogo à ilha a fim de que outros "colegas" de profissão não pudessem publicar um trabalho similar e eventualmente melhor que o seu.

Poucos se atreveriam a disputar o território com as 15000 cobras - no mínimo - que povoavam a ilha, quase todas serpentes da espécie Bothrops insularis, mais conhecida como jararacas ilhoas. São parentes da jararacas continentais, só que donas de um veneno de 12 a 20 vezes mais forte.

A ilha é um paraíso com excesso de serpentes.

Além da riqueza de vida existente sobre a ilha, há também a riqueza da vida subaquática, povoada de uma infinidade de animais marinhos (caranhas, peixe-frade, badejo, arraias e tartarugas), as águas em torno da Ilha têm ótima visibilidade podendo chegar a 20 metros e temperatura em média de 20° e uma atração extra que é sem dúvida um dos naufrágios mais procurados, o Tocantins.

O Tocantins era um cargueiro à vapor, construído em 1908, pela Companhia Ras S.S. Co.Ltda. de Londres, em 1910 o navio é vendido para o Loyd Brasileiro e seu nome trocado de Ras Dara para Tocantins.

Com 115,5 metros de comprimento, 15,2 metros de boca, 6,2 metros de calado e deslocamento de 3837 toneladas.

Em 30 de agosto de 1933, transportando um carregamento de madeira, na rota São Francisco (SC) - Santos (SP) , chocou-se com as rochas da Ilha de Queimada Grande, em meio a um denso nevoeiro, que tornou a visibilidade praticamente nula, impedindo que o farol da Ilha Queimada Grande fosse visualizado.

Todos os 40 tripulantes se salvaram.

O Tocantins era um cargueiro à vapor, construído em 1908, pela Companhia Ras S.S. Co.Ltda. de Londres, em 1910 o navio é vendido para o Loyd Brasileiro e seu nome trocado de Ras Dara para Tocantins.

Com 115,5 metros de comprimento, 15,2 metros de boca, 6,2 metros de calado e deslocamento de 3837 toneladas.


Em 30 de agosto de 1933, transportando um carregamento de madeira, na rota São Francisco (SC) - Santos (SP) , chocou-se com as rochas da Ilha de Queimada Grande, em meio a um denso nevoeiro, que tornou a visibilidade praticamente nula, impedindo que o farol da Ilha Queimada Grande fosse visualizado. Todos os 40 tripulantes se salvaram.

Os destroços se encontram de 8 a 21 metros, no sentido perpendicular à ilha, com proa inteira e popa partida decorrente do choque com as pedras quando ele foi empurrado pela água contra a ilha após ter jogado âncoras á espera do naufrágio inevitável.

Existem até hoje grandes partes do casco ainda agrupadas.

Uma parte do navio está destruída, pois foi dinamitado para melhor explorarem seu casco e carga. Por ser uma embarcação de grande porte e se encontrar a pouca profundidade, o Tocantins oferece um belo espetáculo. Vale mergulhar e admirar seu casco e maquinário ainda facilmente identificável, como suas caldeiras, torre, eixo, hélice apresentando um estado geral bastante bom, em se tratando de um navio naufragado há tanto tempo.

Bom Mergulho!

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